sábado, 21 de março de 2009


Identidade e Imaginário do Nordeste na obra de Luiz Gonzaga

Antes tarde do que nunca. Finalmente, Luiz Gonzaga, DNA não apenas da música nordestina, mas da MPB como um todo, terá uma homenagem por aqui mais uma vez onde desempenho estudo temático com ênfase no Imaginário e Identidade do Nordeste na obra de Gonzagão. Inclusive por aqui no blog já dediquei post ao nosso querido Lua, só é conferir.

O rei do baião pode ser considerado um dos primeiros popstars brasileiros. As inúmeras turnês que fez pelo Brasil comprovaram a identificação do público com sua obra.

Pioneiro, Luiz Gonzaga foi responsável pela sistematização de uma série de elementos visuais, rítmicos, melódicos, comportamentais e poéticos que construíram um formato autêntico e rico de cultura regional nordestina facilmente reconhecível até hoje.

O Brasil conheceria menos o Nordeste sem ele. Com seu chapéu de couro e a bandoleira de cangaceiro cruzada no peito, ele espalhou os ritmos e o jeito de sua terra mundo afora. Mas o próprio Nordeste talvez conhecesse menos o Nordeste sem o gênio que resumia naquela figura celebérrima de sanfoneiro. Autor de sucesso como
Asa branca, Juazeiro, Assum preto e Último pau-de-arara, Luiz Gonzaga, o Gonzagão, não foi apenas a voz que fez falar o sertão silencioso. Assim como o Brasil conheceria menos o Nordeste e o Nordeste conheceria menos a si mesmo, também o Brasil, sem ele, conheceria menos o Brasil.

Até uma próxima vez!

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